Wednesday, January 09, 2008

Um livro de seis meses

Hoje bateu uma certa saudade do blog e resolvi dar uma espiada. Não tinha me dado conta de que meu último post havia sido publicado em agosto do ano passado. Já se passaram seis meses.

Neste tempo, tantas coisas aconteceram em minha vida. Aliás, acho que poderia escrever um livro só sobre essas histórias recentes. De verdade. Tudo mudou, eu mudei.

Como sei que leitor de internet não perde muito tempo na mesma página, vou resumir os fatos. A grande revolução na minha rotina foi a madrugada. Pois é, trabalhei durante dois meses no período das 2h às 8h. Desculpe confessar, mas foi a pior fase que já passei. Nas brechas do sono, eu era obrigado a fazer a monografia e o meu caderno aqui da Zero Hora, o Ambiente. Sim, eu terminei a mono e ganhei esta feliz oportunidade de tocar um suplemente mensal!

Foi muito difícil, mas superei. Quando terminou a madrugada, ainda um pouco fraco, mais magro (sim, ainda mais), comecei a organizar a minha festa de formatura. Depois de um tempo ruim, a gente ganha forças extras para viver os bons momentos.

Resolvi, então, surpreender. Convoquei uma amiga para fazermos uma apresentação de dança de salão na minha recepção. Foi um sucesso! Ninguém imaginava que eu consegueria entrar tão bem no ritmo. Esqueci de contar que ganhei o troféu de colega mais solidário da turma de formandos. Acho que nenhum prêmio que eu venha ganhar daqui para frente vai ser capaz de superar a emoção desse reconhecimento. Foi incrível, emocionante.

Por fim, como sei que o brasileiro adora um romance, quero contar que tenho vivido momentos divertidos e marcantes nos últimos dias. Aguardem, detalhes virão. Ainda mais agora que o BBB voltou... Está todo mundo querendo saber e ver por debaixo do edredon. Ah, outra hora eu conto!

Monday, August 20, 2007

Hoje publiquei minha primeira matéria "jornalística" na Zero Hora. Ou seja, não se trata de uma crônica ou artigo, onde é a minha opinião que predomina. Nas matérias, o repórter deve ser imparcial. Confere aí:


Impostos

Receita reprime sonegação nas vendas com cartão
Aparelho unificará as caixas registradoras e as máquinas de leitura


Para evitar sonegação com as vendas feitas por meio de cartões de crédito e débito, a Receita Estadual está promovendo mudanças que dificultarão esse tipo de crime fiscal.

Nos últimos 12 meses, segundo dados da Receita, o comércio varejista gaúcho sonegou R$ 59,1 milhões em impostos sobre vendas feitas por cartões de crédito e débito. Sem um aparelho chamado Emissor de Cupom Fiscal (ECF), que conecta as máquinas de leitura de cartões com a caixa registradora, o comércio tem a possibilidade de efetuar vendas sem pagar os devidos tributos.

Para acabar com a situação, a Receita Estadual vai exigir que o ECF seja instalado em todos os pontos comerciais. A data-limite para regularização varia de acordo com o número de aparelhos que o estabelecimento utiliza.

Consumidores e até comerciantes ignoram que os canhotos das máquinas de cartões de crédito e débito não são documentos fiscais.

- O lojista sabe que tem de dar nota. Fico assustado com a cifra - diz Alcides Debus, integrante da junta governativa do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre (Sindilojas), sobre o valor total da sonegação.

A obrigatoriedade de implantação do ECF entraria em vigor no dia 1º de agosto, mas a Câmara de Dirigentes Lojistas da Capital (CDL) e o Sindilojas conseguiram negociar com a Receita a extensão do prazo, considerado curto pelo varejo.

- Os pequenos e médios empresários estão preocupados. Por isso, queríamos tornar a mudança menos traumática e onerosa - explica Debus.

Segundo representa do Sindilojas, o custo de implantação do ECF, que unificará todas as bandeiras (marcas) de cartão em apenas uma máquina, ficará em torno de R$ 5 mil. Para pequenos empresários, esse valor pode representar um mês inteiro de estoque.

- E isso para os que já têm computador e demais aplicativos. Os outros terão despesas ainda mais pesadas - avisa Debus.


No site da Zero tem mais detalhes, tem arte, tem gráfico. Pode ir lá!

http://www.clicrbs.com.br/jornais/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&edition=8302&template=&start=1§ion=Economia&source=Busca%2Ca1594016.xml&channel=9&id=&titanterior=&content=&menu=23&themeid=§ionid=&suppid=&fromdate=&todate=&modovisual=

Sunday, July 22, 2007

Através da ZH deste domingo, vivo uma nova experiência. Pela primeira vez, faço parte de um expediente de jornal, junto com todos os meus colegas da Agência RBS. Se não tiver a versão impressa, pode acessar por esse link aqui e conferir:

http://www.clicrbs.com.br/jornais/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&edition=8132&template=&start=1§ion=&source=a1567736.xml&channel=9&id=&titanterior=&content=&menu=23&themeid=§ionid=&suppid=&fromdate=&todate=&modovisual=

E viva o marketing da Internet!!!

Saturday, July 21, 2007




Curiosidade

Eu fiz uma busca no google pelo nome da minha irmã: Raquel Schneider. Estava vendo se a foto dela já havia sido publicada no site da Band, já que ela é uma das finalistas do Miss Porto Alegre. Me surpreendi ao ser encaminhado ao blog que reproduzi acima. Trata-se de um espaço de crônicas... E eles colocaram a minha que saiu na última quarta-feira, no ZH Digital. Legal!

Aqui está o texto, para os que não leram:

Voar é possível

Quando criança, era um verdadeiro sonhador. Entre os tantos desejos, o maior era conseguir voar. Um dia, uma vizinha notou como minha vontade era grande. Chegou a ficar tão assustada que deu conselhos:

- Se for tentar, levante vôo do térreo e não do alto - sugeriu, com medo de que eu me atirasse da janela do quarto andar.

Cresci sem ter cometido essa loucura e, como resultado das tecnologias, hoje posso voar no Second Life - sem riscos. Claro que a sensação não é igual a um rasante de verdade. Mas, pelo menos, o resultado é o mesmo.

Posso viajar pelo mundo inteiro sem precisar pagar passagem aérea nem enfrentar o caos dos aeroportos brasileiros. Além disso, conheço novas pessoas. Ou melhor: novos avatares, de diversos lugares, que falam várias línguas.

Até festas a que só assistia pela TV, posso freqüentar. Esses dias, a Globo fez o lançamento de uma de suas novelas no Second Life. Pessoas reais transformadas em bonecos virtuais. Nem o programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha, escapou da novidade da Internet.

Tudo isso, no entanto, ainda é para poucos, muito poucos. Só pude ter meu sonho de voar realizado graças a uma aula na faculdade.

Nossa tarefa era nascer nessa segunda vida. Se fosse experimentar em casa, esperaria bons anos ainda. Para baixar o Second Life, o computador deve ter uma memória bastante grande, placa de vídeo e conexão robusta à Internet.

Mas acredito que a popularização da existência online ainda seja possível. Afinal, as pessoas não duvidavam que eu criaria asas?

Pois eu não duvido que um dia todos os brasileiros possam conhecer Paris, as belezas de Londres, a Porto Alegre reinventada, as boates onde os avatares dançam e ganham lindens (a moeda virtual). Acredito também que as minhas idéias continuam assustando minha vizinha.

Tuesday, July 17, 2007

Lembra do texto aquele que eu fiz a maior propaganda que iria sair na quarta-feira passada na Zero Hora?! Pois é... Vai sair amanhã, dia 18/07, ná página 2 do ZH Digital! Leia, divirta-se.

Sunday, July 15, 2007


Maluquices da cabeça

Ontem fui numa festa "julina" do pessoal da Zero. Todo mundo vestido de caipira. Chapéu de palha, quentão, cachorro-quente, pipoca e até mural para recados. No início da brincadeira, só faltou samba no meu pé.

Eu explico. Durante uns dois meses, ou três (não lembro), fiz aulas de dança. Até contei aqui no blog. Mas, devido aos meus horários malucos, tive que abandonar as lições. Resultado: as belas de tranças e pintinhas nas bochechas tentavam me fazer dançar e... nada. Simplesmente, não conseguia mover as pernas. Culpa das maluquices da cabeça, do psicológico.

Foi só eu me ambientalizar um pouco com o salão de festas do prédio da Cris e tomar uns copos de quentão que a coisa começou a mudar. Quando me dei conta, estava dançando um pouco com a Thais, outro pouco com a Mari Aguirre, a Verônica, as Lus (tem duas), a Cris, a Alice, enfim. Mas o show mesmo foi com a Mari Muniz!

Nós deslizávamos por aquele salão, como se estivéssemos na Dança dos Famosos. Nós misturávamos samba, bolero, tango, machiche. Muito bom.

A cabeça da gente é capaz de colocar barreiras na vida. Se a gente não insiste, não tenta mais uma vez, deixa esse tal de psicológico nos vencer. Nada disso, a melhor coisa é acreditar que tudo tem um jeitinho! Ainda mais com a ajuda de caipiras bonitas como as minhas colegas de "selviço".

Saturday, July 07, 2007

Terá texto meu na Zero

Se eu já fosse um jornalista conhecido, nem precisaria estar avisando. Mas o fato é que estou na luta diária para atingir essa posição. Portanto, vai a dica: quarta-feira, dia 11/07/2007, terá uma participação do senhor que vos fala no caderno Digital, da Zero Hora. Vou contar um pouco da minha experiência no Second Life. E como sempre, coloco uns toques da minha vida pessoal na crônica. Não deixe de ler e me enviar a sua opinião. Falou?!

Hehehe. Cada um se promove do jeito que pode, né?! Esse é o meu...

LEIA-LEIA-LEIA-LEIA-LEIA-LEIA e divulgue aos amigos, vizinhos, colegas de trabalho, inimigos, companheiros de ônibus, enfim. Faça a sua parte por mim! Hasta.