Terá texto meu na Zero
Gente, quinta-feira, dia 29 de março, será publicado um texto meu no caderno ZH Lindóia, da Zero Hora. Só as pessoas que moram nos bairros da Zona Norte terão a "grande oportunidade" de ler! Falarei um pouco da minha infância... Vale a pena conferir!
Tuesday, March 27, 2007
Proximidade do acaso
Prometi a minha colega Paula Letícia, leitora desse blog nas horas vagas, que iria escrever um post em sua homenagem. Ela merece, mas as circustâncias estão fazendo com que eu adie este ilustre momento. Hoje, portanto, não poderei me calar em relação a duas coisas que vivi nos últimos dias. Aliás, não vivi, graças a Deus. Acontecerem perto de mim, bem perto.
Primeiro foi na segunda-feira. Cheguei na redação e fui informado de que um companheiro da faculdade havia morrido, atropelado por um táxi enquanto andava de bicicleta. Besta. Simplesmente, banal. Uma vida inteira interrompida.
Depois, foi a vez de assistir a um seqüestro no carro que estava na frente do meu. Ao buscar a minha irmã na casa do namorado, presenciei uma arrancada brusca e o nervosismo dos que ficaram na calçada, assustados com o futuro do rapaz raptado. Besta. Simplesmente, banal.
"Era um Golf. Os ladrões adoram golfs", disse a minha irmã, tentando explicar o ocorrido. Não há, no entanto, justificativas para essas circustâncias. São coisas que, há poucos dias, só eram vistas em novelas. Agora, estão chegando cada vez mais próximo das pessoas de bem, vindo pelas beradas. É um salve-se quem puder diário.
Certamente o próximo post terá a Paula como protagonista. Isso se eu continuar com a sorte do lado. Nunca se sabe.
Prometi a minha colega Paula Letícia, leitora desse blog nas horas vagas, que iria escrever um post em sua homenagem. Ela merece, mas as circustâncias estão fazendo com que eu adie este ilustre momento. Hoje, portanto, não poderei me calar em relação a duas coisas que vivi nos últimos dias. Aliás, não vivi, graças a Deus. Acontecerem perto de mim, bem perto.
Primeiro foi na segunda-feira. Cheguei na redação e fui informado de que um companheiro da faculdade havia morrido, atropelado por um táxi enquanto andava de bicicleta. Besta. Simplesmente, banal. Uma vida inteira interrompida.
Depois, foi a vez de assistir a um seqüestro no carro que estava na frente do meu. Ao buscar a minha irmã na casa do namorado, presenciei uma arrancada brusca e o nervosismo dos que ficaram na calçada, assustados com o futuro do rapaz raptado. Besta. Simplesmente, banal.
"Era um Golf. Os ladrões adoram golfs", disse a minha irmã, tentando explicar o ocorrido. Não há, no entanto, justificativas para essas circustâncias. São coisas que, há poucos dias, só eram vistas em novelas. Agora, estão chegando cada vez mais próximo das pessoas de bem, vindo pelas beradas. É um salve-se quem puder diário.
Certamente o próximo post terá a Paula como protagonista. Isso se eu continuar com a sorte do lado. Nunca se sabe.
Thursday, March 22, 2007
Ela sonhou comigo
"É não ter mais com que sonhar", disse a minha colega Thais ao anunciar que havia dividido a noite comigo. Ela imaginou, na leveza noturna de seu ser, que estávamos entregando cartas e jornais. Enfim, no seu único momento de descanso, continuou desempenhando as tarefas que fazemos durante nossa rotina de auxiliares de redação aqui na Zero. Descobri: por isso que acordei cansado.
O comentário me remeteu a uma reflexão: imagine se tudo que sonhássemos se tornasse real. Dá até medo. Às vezes não sei de onde tiro tanto criatividade para escrever os roteiros dos meus sonhos. O episódio que mais gosto é aquele que saio voando pela cidade. Melhor ainda quando tenho "consciência de acordado" nesse momento. Posso assumir o comando da situação e manipular a velocidade e a direção dos meus rasantes.
Voltando ao sonho da Thais. "Fazíamos tudo igual, mas o prédio era diferente. Era o colégio que estudei durante toda a minha vida. Depois íamos para rua, esperávamos o ônibus e nos mandávamos pra casa", detalha a história. "Aí acabou?", pergunto a ela. "Sim."
Talvez ela esteja escondendo alguma parte do sonho de mim, mas, normalmente, é assim mesmo. Eles terminam do jeito que começam: do nada. Os espíritas dizem que sonhar é sair do corpo, deixar a alma viajar. Outros afirmam que os sonhos são sinais do além. Dente é morte, cobra é perigo. Coisas assim - inventei exemplos. E sonhar com o Mauro, o que será que quer dizer? Para os outros não sei, para mim é privilégio. Gosto de saber que as pessoas sonham comigo.
Obrigado Thais, por esse momento inesquecível que vivemos a noite passada. Ficará guardado lá dentro, no fundo do peito.
"É não ter mais com que sonhar", disse a minha colega Thais ao anunciar que havia dividido a noite comigo. Ela imaginou, na leveza noturna de seu ser, que estávamos entregando cartas e jornais. Enfim, no seu único momento de descanso, continuou desempenhando as tarefas que fazemos durante nossa rotina de auxiliares de redação aqui na Zero. Descobri: por isso que acordei cansado.
O comentário me remeteu a uma reflexão: imagine se tudo que sonhássemos se tornasse real. Dá até medo. Às vezes não sei de onde tiro tanto criatividade para escrever os roteiros dos meus sonhos. O episódio que mais gosto é aquele que saio voando pela cidade. Melhor ainda quando tenho "consciência de acordado" nesse momento. Posso assumir o comando da situação e manipular a velocidade e a direção dos meus rasantes.
Voltando ao sonho da Thais. "Fazíamos tudo igual, mas o prédio era diferente. Era o colégio que estudei durante toda a minha vida. Depois íamos para rua, esperávamos o ônibus e nos mandávamos pra casa", detalha a história. "Aí acabou?", pergunto a ela. "Sim."
Talvez ela esteja escondendo alguma parte do sonho de mim, mas, normalmente, é assim mesmo. Eles terminam do jeito que começam: do nada. Os espíritas dizem que sonhar é sair do corpo, deixar a alma viajar. Outros afirmam que os sonhos são sinais do além. Dente é morte, cobra é perigo. Coisas assim - inventei exemplos. E sonhar com o Mauro, o que será que quer dizer? Para os outros não sei, para mim é privilégio. Gosto de saber que as pessoas sonham comigo.
Obrigado Thais, por esse momento inesquecível que vivemos a noite passada. Ficará guardado lá dentro, no fundo do peito.
Wednesday, March 14, 2007
O que você vai querer?
É preciso ter gratidão. Foi isso que aprendi ontem assistindo, pela primeira vez, ao programa da Hebe Camargo americana, a Oprah Winfrey. Cheguei em casa, minha mãe e a Suzi estavam fazendo uma faxina daquelas. Nem meu cachorro sabia onde se enfiar. Pensei em cortar os cabelos no shopping, o barbeiro não tinha hora vaga. O jeito foi me satisfazer com o calor e um canto do sofá, em frente a TV. Valeu a pena, o tema do programa era: The Secret.
Esse é um documentário ao estilo do "Quem Somos Nós". Nele, alguns cientistas dizem que o pensamento define os caminhos que a nossa vida segue. A mente é muito poderosa, capaz de tornar as pessoas mais bonitas e até mais bem-sucedidas. Não é auto-ajuda, garantem os estudiosos. É física.
Aprendi que para mudar alguma coisa da rotina, primeiro é preciso ser grato por tudo que se tem. Depois disso, pode-se alçar novos vôos. A explicação está baseada no fato de que as pessoas que são felizes com o que possuem, atraem mais felicidade, conseqüentemente, conquistam seus objetivos de forma mais fácil. É proibido fazer-se de vítima. Tudo é uma questão de atração. Pessoas que se fazem de vítimas, serão vítimas.
Os participantes do debate afirmaram ainda que a vida é uma mesa de bar. Os pensamentos são os pedidos feitos aos garçons. Portanto, cuidado. O menu é grande. Depois que a comida já estiver servida, fica mais caro pedir outro prato.
É preciso ter gratidão. Foi isso que aprendi ontem assistindo, pela primeira vez, ao programa da Hebe Camargo americana, a Oprah Winfrey. Cheguei em casa, minha mãe e a Suzi estavam fazendo uma faxina daquelas. Nem meu cachorro sabia onde se enfiar. Pensei em cortar os cabelos no shopping, o barbeiro não tinha hora vaga. O jeito foi me satisfazer com o calor e um canto do sofá, em frente a TV. Valeu a pena, o tema do programa era: The Secret.
Esse é um documentário ao estilo do "Quem Somos Nós". Nele, alguns cientistas dizem que o pensamento define os caminhos que a nossa vida segue. A mente é muito poderosa, capaz de tornar as pessoas mais bonitas e até mais bem-sucedidas. Não é auto-ajuda, garantem os estudiosos. É física.
Aprendi que para mudar alguma coisa da rotina, primeiro é preciso ser grato por tudo que se tem. Depois disso, pode-se alçar novos vôos. A explicação está baseada no fato de que as pessoas que são felizes com o que possuem, atraem mais felicidade, conseqüentemente, conquistam seus objetivos de forma mais fácil. É proibido fazer-se de vítima. Tudo é uma questão de atração. Pessoas que se fazem de vítimas, serão vítimas.
Os participantes do debate afirmaram ainda que a vida é uma mesa de bar. Os pensamentos são os pedidos feitos aos garçons. Portanto, cuidado. O menu é grande. Depois que a comida já estiver servida, fica mais caro pedir outro prato.
Friday, March 02, 2007
Um tal de meme
Agora me vieram com uma novidade, em dose dupla ainda por cima. Nunca tinha ouvido falar em meme. Parece que é um questionário que passa de blog para blog, em que os participantes devem indicar novos participantes, e assim segue. Como a Ane Meira e a Gisele Ramos (ambas minhas companheiras de trampo!) me indicaram para fazer parte dessa corrente, responderei as indagações. Pode ser que sirva para alguma coisa...
Vamos juntos nessa.
5 coisas que eu quero fazer antes de morrer:
- Hm... Andar a cavalo numa fazenda com alguém que goste muito até anoitecer. Depois amarrar os animais na árvore e falar sobre a vida olhando as estrelas.
- Fazer uma apresentação de alguma coisa num grande teatro.
- Passar o Natal em Nova York com a família toda - como nos filmes -, com direito a boneco de neve e tudo.
- Salvar a vida de alguém.
- Formar uma família, brincar com meus filhos, educá-los, ensinar o que meus pais me ensinaram, contar para eles como as coisas eram diferentes na "minha época".
5 coisas que eu faço bem:
- Ouço as pessoas com bastante atenção.
- Escrevo bem quando estou concentrado. Grande parte da admiração e respeito que conquistei até hoje foi através dos textos que produzi.
- Sei ser amigo fiel, daqueles que chega a cansar.
- Gosto de andar de carro comigo mesmo!
- Valorizar a união familiar.
5 coisas que eu digo sempre:
- Ah, é?!
- Bah!
- Quero férias.
- Nada é por acaso.
- Ainda bem.
5 coisas que eu não faço ou não gosto de fazer:
- Não jogo futebol, não tenho talento para isso.
- Não uso mais meias até a canela.
- Não maltrato as pessoas.
- Não gosto de me incomodar durante o almoço. Como, por exemplo, quando minha família briga com o garçom pelo refrigerante não vir, ou algo parecido.
- Não faço a barba todos os dias.
5 coisas que me encantam:
- Uma janta com a família ou amigos.
- União de um casal que se aceita de todas as formas.
- Ouvir a risada da minha mãe, misturada com a de minha avó, da minha tia, dos irmãos, primos.
- Um texto bem encaixado.
- A minha casa da praia cheia de gente.
5 coisas que eu odeio:
- Fazer sala para pessoas que não simpatizo.
- Reencontrar quem não foi legal comigo no passado.
- Começar a rir onde não devo.
- Sentir ciúmes.
- Me decepcionar.
O certo agora é que eu mande para mais cinco bloggeiros. Bem, quero que o Gilmar Luís, a Fernanda Morena, a Alessandra Brites, a Fê Cris e a Lú Fedrizi participem.
Agora me vieram com uma novidade, em dose dupla ainda por cima. Nunca tinha ouvido falar em meme. Parece que é um questionário que passa de blog para blog, em que os participantes devem indicar novos participantes, e assim segue. Como a Ane Meira e a Gisele Ramos (ambas minhas companheiras de trampo!) me indicaram para fazer parte dessa corrente, responderei as indagações. Pode ser que sirva para alguma coisa...
Vamos juntos nessa.
5 coisas que eu quero fazer antes de morrer:
- Hm... Andar a cavalo numa fazenda com alguém que goste muito até anoitecer. Depois amarrar os animais na árvore e falar sobre a vida olhando as estrelas.
- Fazer uma apresentação de alguma coisa num grande teatro.
- Passar o Natal em Nova York com a família toda - como nos filmes -, com direito a boneco de neve e tudo.
- Salvar a vida de alguém.
- Formar uma família, brincar com meus filhos, educá-los, ensinar o que meus pais me ensinaram, contar para eles como as coisas eram diferentes na "minha época".
5 coisas que eu faço bem:
- Ouço as pessoas com bastante atenção.
- Escrevo bem quando estou concentrado. Grande parte da admiração e respeito que conquistei até hoje foi através dos textos que produzi.
- Sei ser amigo fiel, daqueles que chega a cansar.
- Gosto de andar de carro comigo mesmo!
- Valorizar a união familiar.
5 coisas que eu digo sempre:
- Ah, é?!
- Bah!
- Quero férias.
- Nada é por acaso.
- Ainda bem.
5 coisas que eu não faço ou não gosto de fazer:
- Não jogo futebol, não tenho talento para isso.
- Não uso mais meias até a canela.
- Não maltrato as pessoas.
- Não gosto de me incomodar durante o almoço. Como, por exemplo, quando minha família briga com o garçom pelo refrigerante não vir, ou algo parecido.
- Não faço a barba todos os dias.
5 coisas que me encantam:
- Uma janta com a família ou amigos.
- União de um casal que se aceita de todas as formas.
- Ouvir a risada da minha mãe, misturada com a de minha avó, da minha tia, dos irmãos, primos.
- Um texto bem encaixado.
- A minha casa da praia cheia de gente.
5 coisas que eu odeio:
- Fazer sala para pessoas que não simpatizo.
- Reencontrar quem não foi legal comigo no passado.
- Começar a rir onde não devo.
- Sentir ciúmes.
- Me decepcionar.
O certo agora é que eu mande para mais cinco bloggeiros. Bem, quero que o Gilmar Luís, a Fernanda Morena, a Alessandra Brites, a Fê Cris e a Lú Fedrizi participem.
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